Família

Mateus Verdelho fala sobre papel do pai e manda a real: “Não é ajuda, é obrigação”

O empresário relembrou a gravidez de Shantal e abriu o coração sobre o filho Pippo

Izabel Gimenez

Izabel Gimenez ,filha de Laura e Décio

Matheus é pai de Pippo (Foto: Reprodução / Instagram)

No início do ano, Shantal Abreu deu à luz Pippo, primeiro filho fruto do relacionamento com Mateus Verdelho. O empresário impressionou os seguidores por compartilhar todos os momentos com o menino no Instagram e ser um pai superpresente. O casal tenta, apesar das dificuldades, dividir as tarefas e cuidar integralmente de Pippo. Relembrando toda a gestação até o nascimento de Filippo e falando sobre as dificuldades da nova fase, Mateus abriu o coração em entrevista à Pais&Filhos e mandou a real sobre o papel do pai na criação de um filho.

Como vocês descobriram a gravidez? A Shantal teve algumas complicações, mas vocês encontraram uma forma de deixar tudo mais tranquilo. Como foi passar por tudo isso?

A Shan teve uma gestação ectópica anteriormente, que é quando o embrião se forma nas trompas. Passou por uma cirurgia complicada e que teve um pós-operatório meio chatinho também. Então, ela ficou meio receosa de tentar engravidar novamente. Aconteceu após uma viagem. Ela foi diagnosticada com trombofilia logo no início da gestação. É algo comum, que muitas mulheres têm e às vezes nem sabem. Ela precisou tomar injeções diariamente, mesmo tendo pavor a agulhas. Durante esse período eu tentei apoiá-la ao máximo e deixá-la o mais livre e segura possível. Obviamente não foi fácil passar por tudo isso, mas a Shan é muito forte e hoje, temos o Pippo conosco, e isso é nossa certeza de que tudo valeu a pena.

Você sempre sonhou em ser pai e construir uma família?

Sim, sempre sonhei que eu havia nascido para isso. Meu sonho sempre foi ser pai. Com a Shan consegui realizar esse sonho, que era construir uma família, com certeza o Filippo é meu maior presente.

Você trouxe ensinamentos e se inspira nos seus pais para a criação do Pippo?

Com certeza! A criação que eu tive com meus pais foi à base de muito amor, uma coisa simples, uma palavrinha tão pequenininha, mas que tem uma força e um poder tão grande. É isso que me inspira desde quando o Filippo estava na barriga da Shan, até o dia que eu vi pela primeira vez e vai ser assim até a última vez que eu viver, vai ser sempre essa a inspiração, muito amor!

Fofos demais! (Foto: Reprodução / Instagram)

As crianças já começam a mostrar as personalidades, você já consegue ver características do Pippo em algumas ações?*

O Pippo é tranquilo, mas muito ligado em tudo o que tá acontecendo ao redor. Ele é bem esperto e sempre observa tudo, é bem curioso. Acho que isso são características que ele herdou tanto de mim, quanto da Shan.

Muita gente fala que pai só vira pai quando pega o bebê no colo, diferente da mãe. Como foi pra você viver a gravidez de fora?

Eu e a Shan sempre conversamos muito, desde antes da gravidez. Então eu senti desde o começo, ainda mais por conta das complicações que ela teve. Sempre estive muito presente, dando o apoio que ela precisava e tentando deixá-la o mais confortável e confiante possível. Claro que é bem diferente em ter o bebê em suas mãos, mas desde a barriga já conversava com o Pippo também, acho muito importante.

A Shantal comentou uma vez que ela pretendia adotar uma criança, isso ainda é uma vontade? Está nos planos de vocês ou vão esperar o Pippo crescer um pouco mais?

Essa ideia de adotar uma criança, a gente já tinha bem no começo do nosso relacionamento, quando começou a ficar bem sério. A gente começou a trocar de casa, a falar sobre filhos, sempre foi uma ideia concreta nossa. A gente tinha o pensamento de ter o primeiro filho e depois adotar. Aí a Shan teve a gravidez ectópica, e começamos a pensar em adotar primeiro. A gente até estava se programando de ir para o Malawi, mas nesse meio tempo veio o Filippo. Agora estamos deixando acontecer naturalmente, mas temos vontade sim. Sem pressa. Assim como também temos vontade de ter outro filho do nosso sangue, mas vamos deixar rolar.

Pippo nasceu em janeiro (Foto: Reprodução / Instagram)

Assim que o Pippo nasceu, você mostrou ser um exemplo de pai. Faz questão de mostrar tudo pelo Instagram e serve de inspiração para vários outros pais, você reconhece essa importância?

Eu não faço mais do que minha obrigação como pai. Não é uma questão de ajuda, o Pippo é tão meu filho, quanto da Shan. É justo dividirmos tarefas e os dois participarem da criação dele. Eu compartilho as rotinas com o Pippo porque gosto, porque acho legal mostrar que o papel de pai também tem sua importância e que ela vai além de fazer algumas coisas de vez em quando.

A Shantal voltou a trabalhar e você que cuida do Pippo na parte da manhã, como está essa mudança na rotina?

Na verdade, aqui a gente usa uma escala de revezamento. Quando a Shan tem algum compromisso eu que fico com o Pippo, e vice-versa. Quando nós dois temos compromisso, tentamos conciliar para um de nós ficarmos com ele, caso não dê, a minha sogra dá uma ajudinha. A mudança de rotina é mais na maneira como passamos a nos organizar mais para estar com o Pippo. Também damos uma maior prioridade a ele, então, por exemplo, raramente ficamos até muito tarde na rua ou algo assim.

Família reunida! (Foto: Reprodução / Instagram)

A mãe da Shantal está ajudando vocês e isso é muito legal! Como está sendo ter uma pessoa morando com vocês e poder ter essa ajuda em tempo integral da avó?

Ajuda é sempre bem vinda, mas tentamos não “terceirizar” os cuidados do Pippo. A maior parte do tempo somos só eu e a Shan. A Rovana ajuda mais quando um de nós está sozinho com o Pippo ou quando estamos trabalhando.

O que a chegada do Pippo mudou na maneira que você vê o mundo?

Com certeza, mudou muita coisa! Hoje, a minha prioridade é o Pippo. Antes eu levava a vida de uma maneira mais despreocupada, hoje tento sempre conciliar tudo para estar presente e poder cuidar do meu filho, ter minha rotininha com ele. Aprendi a remanejar meu tempo e priorizar mais algumas coisas, principalmente em função dele. Eu tenho uma “vidinha” dependendo de mim, não tenho a opção de falhar. Quero ser o cara mais foda do mundo para meu filho, quero ser um “herói” para ele.

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