Menina nasce com doença rara no cérebro e consegue se desenvolver: “Sempre há esperança”

Angelina é portadora de genesia do corpo caloso, uma condição que só atinge 50 pessoas no mundo, e também tem microcefalia. Apesar disso, a menina consegue ter uma boa qualidade de vida com ajuda de terapias

Resumo da Notícia

  • Uma menina australiana que nasceu com uma doença rara no cérebro está se desenvolvendo bem apesar das previsões pessimistas dos médicos
  • Angelina é portadora de agenesia do corpo caloso, deficiência onde o bebê nasce sem a parte que conecta os dois hemisférios cerebrais, e também possui microcefalia
  • Apenas 50 pessoas no mundo sofrem com a mesma condição; a maioria delas não anda, fala ou entende emoções

Uma menina australiana que nasceu com uma doença rara no cérebro está se desenvolvendo bem apesar das previsões pessimistas dos médicos. Angelina é portadora de agenesia do corpo caloso, deficiência onde o bebê nasce sem a parte que conecta os dois hemisférios cerebrais, e também possui microcefalia. Apenas 50 pessoas no mundo sofrem com a mesma condição; a maioria delas não anda, fala ou entende emoções.

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Angelina está se desenvolvendo bem para a condição (Foto: Reprodução / Kidspot)

A mãe da menina contou a história da criança para o portal Kispot. Segundo ela, os médicos sempre alertaram para a lista de debilidades que Angelina teria ao longo da vida, mas as previsões felizmente não estão se realizando.

“Eles não conhecem minha filha. Ela não tem medo. Ela quer experimentar de tudo e ser como qualquer outra criança. Mesmo que ela esteja presa em um corpo que não pode fazer o que ela quer, ela nunca para de tentar. Ela pode falar, mas tem um vocabulário limitado, mas também pode se comunicar de outras maneiras. E ela pode andar, apenas distâncias curtas, ela está aprendendo o tempo todo”, conta.

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A bebê tem uma síndrome rara que só atinge 50 pessoas (Foto: Reprodução / Kidspot)

A deficiência de Angelina foi descoberta da 34ª semana de gestação, durante um ultrassom. Após a avaliação e uma série de exames, os médicos chegaram a oferecer a interrupção da gestação. “Eu tinha sete dias para tomar uma decisão. Fiz minha própria pesquisa e sabia que poderíamos fazer terapias.Meu marido Charles e eu tínhamos fé, tínhamos esperança. Eu podia sentir meu bebezinho se movendo dentro de mim, ela estava viva, eu tinha que acreditar que ela tinha uma chance na vida”, diz a mãe.

Angelina já frequenta a pré-escola (Foto: Reprodução / Kidspot)

Três semanas depois da decisão, Angelina nasceu. Os especialistas disseram que ela não poderia sobreviver ao parto e nem saber respirar, mas o procedimento foi tranquilo e a bebê nasceu saudável. “Foi nosso primeiro indício de que tínhamos uma pequena lutadora em nossas mãos”, explica. Hoje, a menina faz três horas de terapia três dias por semana, para que se lembre de como fazer movimentos básicos, como subir degraus e tomar um copo de água.

“A jornada de Angelina tem sido desafiadora, mas aprendemos que sempre há esperança, que as crianças podem desafiar as probabilidades. A cada dia nossa filhinha continua a nos surpreender e a nos trazer muitas alegrias”, relata.

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