Pais acusam hospital de perder restos mortais de bebê e pedem indenização de R$ 53 milhões

O caso aconteceu em Nova York, Estados Unidos. Os casal informou tem esperança de que o processo judicial possa evitar que outra família também passe por esse momento e ‘sofra da mesma forma’

Resumo da Notícia

  • Um casal está acusando um hospital  de perder os restos mortais do bebê natimorto
  • Os pais estão processando a instituição e desejam uma indenização de US$ 10 milhões (R$ 53 milhões)
  • Eles esperam que o processo possa evitar que outra família também passe por esse momento e 'sofra da mesma forma'

Em Nova York, Estados Unidos, um casal está acusando o hospital Woodhull Medical and Mental Health Center, de perder os restos mortais do bebê natimorto. Os pais estão processando a instituição e desejam uma indenização de US$ 10 milhões (R$ 53 milhões).

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A mãe está processando a instituição e desejam uma indenização de US$ 10 milhões (R$ 53 milhões) (Foto: Getty Images)

O óbito do bebê ocorreu no dia 26 de novembro, quando ele viria iria vir ao mundo prematuramente, com 20 semanas de vida. Na ocasião, Tiffany Griffith, a mãe,  foi levada às pressas ao hospital, em uma ambulância, sendo acompanhada pelo pai da criança, Cordero Pridgen.

Segundo informações do New York Post o bebê, que se chamaria Ticcory, não resistiu e o corpo da criança foi deixado para uma autópsia na instituição, enquanto a família cuidava dos preparativos para uma cerimônia de despedida. Mas, de acordo com os pais do neném o feto foi “descartado indevidamente”, sem consentimento, sendo o casal privado de ter “oportunidade de conduzir um funeral”.

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Processo

Os pais ainda alegaram para a Suprema Corte do Brooklyn, que foi preciso uma espera de um mês, segundo ambos, para que localizassem os restos da criança. Somente no natal daquele ano de 2019 que eles teriam descoberto sobre a cremação.

Tiffany Griffith, relembrou o momento no o qual um médico contou que o filho dela foi cremado, mas o doutor não sabia explicar onde as cinzas se localizava. “Eles nos colocaram em círculos, dizendo: ‘não temos certeza de onde seu filho está e o que exatamente aconteceu com ele’ “, disse a mãe.

O advogado dos pais do bebê informou ao que a dupla te esperança de que o processo judicial possa evitar que outra família também passe por esse momento e ‘sofra da mesma forma’.  “O descuido da equipe do Hospital Woodhull privou a Sra. Griffith e o Sr. Pridgen da oportunidade de lamentar e aumentou a carga emocional em vez de fornecer apoio”, argumentou o defensor.

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