Relato de mãe: “Eu dei à luz um filho do meu marido cinco anos depois que ele perdeu a vida”

A mulher já estava vivendo com outro homem, e disse que ele apoiou todo o processo

Resumo da Notícia

  • Há cinco anos, o mundo de Kimberley Holmes-Iverson desabou quando seu marido morreu em um acidente de atropelamento e fuga a poucos metros de sua casa;
  • Depois disso, seus sonhos em se tornar mãe foram suspensos indefinidamente;
  • No entanto, ela não só conseguiu engravidar, como deu à luz cinco anos depois.

Há cinco anos, o mundo de Kimberley Holmes-Iverson desabou quando seu marido morreu em um acidente de atropelamento e fuga a poucos metros de sua casa. Depois disso, seus sonhos em se tornar mãe foram suspensos indefinidamente. Até que ela teve uma surpresa.

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No entanto, em entrevista ao Love What Matters, ela não só conseguiu engravidar, como deu à luz cinco anos depois. A viúva explicou que os médicos conseguiram coletar uma amostra de esperma do marido depois de sua morte.

Na época, os médicos congelaram os esperma e a mãe contou que por anos tentou ter um bebê com meu falecido marido. Depois de alguns anos, Kimberley encontrou o amor novamente, mas ela não desistiu de ter um filho com o marido.

Relato de mãe (Foto: Reprodução/ Instagram)

E, surpreendentemente, ele estava totalmente de acordo com o fato de ela ter o filho de seu falecido marido. Kimberley revelou que ele até a levou para suas consultas de fertilização in vitro e a ajudou a “deixar entrar a luz” durante seus momentos mais sombrios de luto.

Ela continuou: “Darian está ao meu lado de uma maneira que eu nunca teria coragem de pedir a alguém para fazer”. E depois de muitas tentativas, em maio, o casal deu as boas-vindas à filha Kiran – que combina de forma pungente os dois nomes e se origina do Sanskirt para “luz”.

Nas redes sociais a mãe ainda agradeceu a família: “[Eles] seguraram minha mão quando comecei uma jornada que não poderia imaginar que acabaria me levando a um novo homem e uma criança que meu próprio corpo produziria naturalmente. Junto com a opção de ainda ter um filho com meu falecido marido com meu novo marido.”