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Após ser demitida, ela se reinventou e criou um marketplace de produtos e serviços

Conheça a história da Rededots, que nasceu de um grupo do Facebook feito pela nossa colunista Kuki Bailly

Marina Paschoal

Marina Paschoal ,Filha de Selma e Antônio Jorge

(Foto: Rededots Market)

(Foto: Rededots Market)

Você provavelmente já ouviu falar de grupos do Facebook de compra e venda, freelas e trabalhos informais, não é mesmo?A Rededots, criação da nossa colunista Kuki Bailly, nasceu assim. Ela, que é designer, mal sabia que um dia, além de ser mãe da Jasmin (hoje com 9 anos) também seria mãe de uma comunidade com quase 250 mil pessoas. Na nossa edição de agosto ela explicou um pouco como o projeto nasceu e se tornou um site. Olha só:

“A Rededots nasceu de um simples post no Facebook depois que fui demitida de uma grande empresa. Era um tempo de crise econômica e não fui a única a estar fora do chamado “mercado de trabalho”.

O que fiz de diferente naquele momento – em relação a outros profissionais colocados à disposição em 2015 – é que, em vez de pedir emprego, fiz da surpresa e do susto, um texto em minha página pessoal convidando meus amigos e conhecidos a disponibilizar suas agendas e seu tempo em nome de botar a roda para andar, em nome do bem comum.

(Foto: Rededots Market)

(Foto: Rededots Market)

Esse foi o exato momento da concepção da rede, que cresce até hoje exponencialmente. O grupo fechado, em um mês, tinha 3.500 pessoas. Coisa significativa. E nada podia deter essa expansão. Lembro que em 8 de julho de 2016, um ano depois da criação, havia 30 mil pessoas.

A Rededots movimenta a economia solidária e gera, além de negociação de produtos e serviços, aquilo que se chama de impacto social. Ou seja, desde o início do grupo, notei que muita gente passava por sérias dificuldades e estava transformando o plano B em plano A, fosse para completar o orçamento da família depois dos filhos chegarem, fosse para encontrar um propósito no trabalho. Essas pessoas agora estavam na Rededots, empreendendo, vendendo e fazendo a economia se mover de forma criativa e solidária.

O mais bonito, no entanto, é que a rede passa longe de ser um balcão de classificados, um mercado de co