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Médicos são proibidos de aceitar plano de parto das pacientes no Rio de Janeiro

Como em todos os casos, esse também tem dois lados e não existe uma verdade absoluta. Entenda!

Entenda melhor sobre o assunto! (Foto: Shutterstock)

Em fevereiro criou-se uma polêmica em torno da resolução do Conselho de Medicina do Rio de Janeiro, que proíbe os médicos a assinarem o plano de parto das pacientes. Como em todos os casos, esse também tem dois lados e não existe uma verdade absoluta. Enquanto o conselho acredita que o médico sabe o que é melhor para mãe, as mulheres também têm razão em quererem preservar sua autonomia.

O que é o plano de parto?

Nada mais é do que um documento que prevê as preferências do casal sobre o que eles gostariam que acontecesse no momento do parto e tem como objetivo promover uma conversa entre o paciente e o médico. Assim, o obstetra estará ciente dos desejos dos pais e, fora isso, ele tem um espaço para explicar possíveis riscos e entrar em um acordo sobre o que será melhor, tanto para mãe, quanto para o bebê.

Afinal, o que significa essa resolução? 

Essa mudança foi feita porque no momento do parto, o médico tem a autonomia técnica para decidir o que é melhor para a segurança e saúde do bebê. Por isso, ele precisa ter liberdade para tomar decisões que evitem riscos e possíveis complicações. O especialista deve, sim, entender e respeitar ao máximo as decisões do casal. Por isso, o diálogo é importante, mas o plano de parto não tem valor legal.

Para entender melhor sobre o assunto, veja o vídeo completo:

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