Brasileiro de 5 anos é o mais novo a descobrir asteroide no mundo

Miro Latansio Tsai foi reconhecido pela agência espacial americana, NASA

Resumo da Notícia

  • Um menino de 2 anos foi reconhecido pela agência espacial americana, NASA
  • Miro Latansio Tsai descobriu 15 asteroides com apenas 5 anos
  • A mãe do menino disse que ele sempre amou astronomia

Um menino de 2 anos foi reconhecido pela agência espacial americana, NASA, por ser o mais jovem do mundo a descobrir um asteroide. Miro Latansio Tsai identificou aproximadamente 15 corpos celestes. Segundo Carla Latansio, mãe do menino, ele sempre amou astronomia.

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Com apenas 2 anos, Miro já conseguiu reconhecer todos os planetas do Sistema Solar. Mas foi a pandemia, em 2020, que fez a curiosidade do pequeno realmente chamar a atenção dos pais. Carla explicou que viu um anúncio de um projeto para caçar asteroides, o International Astronomical Search Collaboration (IASC), da NASA.

O programa, apesar de ter o comando da agência espacial, conta com o apoio de diversas instituições do mundo. Aqui no Brasil, o projeto é conduzido junto ao Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI). E foi assim que Miro foi parar na lista de participantes do projeto.

Miro é o mias jovem a descobrir um asteroide no mundo
Miro é o mias jovem a descobrir um asteroide no mundo (Foto: Reprodução/Só Notícia Boa)

Não demorou para que ele aprendesse a dominar o programa pelo qual se analisa as imagens da NASA e se identifica os possíveis asteroides. Ao todo, o pequeno cientista cidadão descobriu 15 asteroides somente entre outubro e novembro do ano passado.

A esperteza de Miro chamou a atenção também dos organizadores do projeto e o garoto recebeu um convite para participar da 18º Semana Nacional de Ciência e Tecnologia, em dezembro de 2021. Lá, ele foi contemplado por um certificado de mérito do MCTI, um do projeto IASC e outro da própria NASA.

Para inspirar outras crianças e pais a estudar astronomia, Carla criou o Clubinho do Miro. No projeto, o menino ajuda outras crianças a aprenderem como descobrir asteroides, compartilhando informações sobre a experiência que teve no IASC. Ele quer se envolver em mais outros dois programas: “Imagens do Céu Profundo”, do MCTI; e o Globe, dedicado ao monitoramento do clima global, também da NASA.