Criança de 5 anos entra em coma alcoólico ao ingerir álcool em gel em escola de SP

O caso aconteceu nesta segunda-feira (4); a menina estava sem monitoramento e acabou ingerindo álcool em gel durante a aula em SP

Resumo da Notícia

  • Menina de 5 anos entra em coma alcoólico ao ingerir álcool em gel em escola de SP
  • Responsáveis da criança pedem para que a instituição se responsabilize pelo ocorrido
  • O caso ainda está em andamento e em investigação

Uma aluna teria consumido álcool em gel dentro da escola e, como consequência, acabou tendo coma alcoólico. A situação ocorreu nesta segunda-feira, 4, na instituição de ensino EMEI Professora Neusa Conceição Stinchi, escola na zona leste da cidade de São Paulo.

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A menina chegou em casa e logo em seguida foi encaminhada ao hospital (Foto: Reprodução/Record TV)

A criança acabou tendo que passar por uma lavagem estomacal e esta foi encaminhada ao Hospital Santa Clara, localizado na rua Joaquim Marra, no bairro de Vila Matilde. A Secretaria de Educação anda investigando o caso.

De acordo com o pai, a garota passou mal na escola e funcionários da instituição telefonaram para os responsáveis para estes irem buscar a aluna. Ao chegar em casa, os pais perceberam que a menina andava ‘cambaleando’: “Ela estava vomitando, eu sentei ela na pia e perguntei ‘por que você está vomitando?’ e ela respondeu meio drogada: ‘eu comi álcool, papai’, disse o responsável.

Os pais também informaram aos veículos de comunicação que a criança encontrou o álcool em gel em um armário da escola. A diretora da EMEI foi chamada para prestar depoimento e a polícia também passou a investigar a situação.

A quantidade de álcool ingerida foi ‘razoável’, segundo o pai; entretanto, a criança poderia ter morrido pelos componentes do produto (Foto: Getty Images)

Após ser procurada, a Prefeitura de São Paulo informou que “a Diretoria Regional de Educação (DRE) abriu apuração preliminar diante da gravidade das informações disponíveis até o momento”. A administração municipal informou que a Secretaria Municipal de Educação está à disposição dos pais da garota.

Em depoimento à Record TV, o pai da criança, Paulo Vieira, afirmou que a escola era a responsável pelo ocorrido e teria que tomar conta do caso. Ao ser buscada, a Secretaria de Segurança Pública (SSP) contou que o caso citado foi registrado como lesão corporal no 24º Distrito Policial, que “instaurou inquérito policial para apurar todas as circunstâncias do fato”.