Pais decidem doar órgãos de filho de seis anos e salvam quatro vidas

Os pais de Luke decidiram doar os órgãos de seu filho e salvaram a vida quatro pessoas, além disso, falaram sobre a importância da doação de órgãos

Resumo da Notícia

  • Após a doação dos órgãos do menino, a vida de quatro pessoas foi salva
  • Os pais comentaram sobre a dor da perda do filho
  • A mãe de Luke conta que após ajudar outras pessoas, ela se sentiu consolada

Os pais de Luke O’Donovan, que foi atropelado em frente de casa, doaram os órgãos do filho para quatro pessoas, e apesar da perda, a mãe conta que ao ajudar outras pessoas, ela se sentiu consolada. Dando mais detalhes sobre o acidente, ela afirma que: “Foi muito traumático, eu não desejaria isso ao meu pior inimigo”, conta. “Tudo aconteceu muito rápido e foi muito surreal voltar para casa”, acrescentou ainda.

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A família, após a doação dos órgãos participou de um culto, em memória de Luke e de outros doadores. “Quando vamos na missa de doação de órgãos, sempre ficamos surpresos com a gratidão dos receptores de órgãos, eles choram ao ouvir nossa história”, conta a mãe.

Pais de Luke doam órgãos do filho e salvam quatro vidas
Pais de Luke doam órgãos do filho e salvam quatro vidas (FOTO: Reprodução / Mirror)

Os órgãos do garoto salvaram quatro vidas, no Reino Unido e na Irlanda. Após a perda do menino, os pais de Luke, em entrevista para o portal Irish Mirror comentaram de “A perda de Luke sempre fará parte de nós”, e conta como foi terrível voltar para casa sem o menino: “Passamos de uma família para um casal novamente”, contam os pais. Eles ainda conscientizaram sobre a doação de órgãos e sobre o Dia Mundial da Memória para as Vítimas de Trânsito Rodoviário.

No Brasil, um caso parecido também comoveu as redes sociais, uma mãe decidiu doar os órgãos de seu bebê, de apenas três meses. O ato fez com que ele se tornasse o doador mais novo do Hospital Universitário de Cascavel, no Paraná. “A gente, quando se torna mãe, entende muito mais o mundo, esse universo. Então, a gente sente a dor de outra ‘mãezinha’ que está esperando uma ligação para poder ajudar a criança. Como no caso do meu nenê não tinha mais o que ser feito, por que eu não podia ajudar outra mãe que está sofrendo?”, explicou a mãe do menino, Cíntia da Silva, em entrevista ao G1.