A maioria das pessoas que vence o coronavírus produz anticorpos contra a doença, defende estudo

A pesquisa foi feita por médicos do Hospital Mount Sinai de Nova York, nos Estados Unidos. Os pesquisadores acompanharam o tratamento e recuperação de 624 pacientes e as notícias são boas!

Resumo da Notícia

  • Uma pesquisa feita por médicos do Hospital Mount Sinai de Nova York, nos Estados Unidos, aponta que todos os recuperados do coronavírus desenvolvem anticorpos
  • Os pesquisadores acompanharam 624 e após vencerem a doença apenas 3 deles não tinham altos níveis de anticorpos contra o vírus
  • Se ficar oficialmente comprovado, podemos esperar que o mundo volte a rotina normal mais rapidamente após a pandemia
João, 16 anos, testou positivo para o novo coronavírus (Foto: Getty Images)

Uma pesquisa feita por médicos do Hospital Mount Sinai de Nova York, nos Estados Unidos, percebeu, após o acompanhamento de 624 pacientes recuperados do coronavírus, que todos os infectados independente da idade, sexo ou gravidade dos sintomas desenvolveram anticorpos contra a doença.

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No começo da pandemia no mundo, os cientistas defendiam que apenas pacientes que passaram pelo estado mais grave do coronavírus criavam anticorpos para o vírus. Segundo o G1, um anticorpo é uma proteína em formato Y, produzida no plasma (parte branca do sangue humano), feita para combater vírus e bactérias do nosso organismo.

Segundo os pesquisadores, após o primeiro teste, somente 511 pacientes apresentaram altos níveis de anticorpos contra coronavírus no sangue, 42 tinham poucos e 71 não produziram nenhum. Porém, depois de uma semana, eles repetiram o teste e 99% já tinham altos níveis de anticorpos contra covid-19, apenas 3 pessoas não tinham.

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Caso seja oficialmente comprovado que a pessoa que se recupera do coronavírus fica imune à doença, é possível ter esperança de que a vida volte ao normal mais rapidamente após a pandemia. De acordo com o G1, o virologista Florian Krammer, responsável pelo estudo, disse que vão continuar avaliando os efeitos do vírus por mais um ano. “Acreditamos que mais uma ou duas ondas da doença podem atingir a população. Queremos estar preparados para isso e entender o que é preciso para ficar imune ao vírus”, defendeu.

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