Mãe acha que pode ter causado mudez seletiva na filha e faz desabafo

Jill Russell tem Síndrome da Fadiga Crônica e pensa que pode ter contribuído para o transtorno de Daisy, de 5 anos

Resumo da Notícia

  • Jill Russell tem medo de que sua doença tenha causado um mutismo seletivo na pequena Daisy
  • A mãe têm Síndrome da Fadiga Crônica e se sente culpada por ter perdido parte da infância das filhas
  • O mudismo seletivo torna as pessoas incapaz de falar em certas situações
 

Jill Russell mal se lembra dos primeiros dois anos de vida da filha mais nova e tem medo de que isso tenha causado um mudismo seletivo – tipo de transtorno que deixa a pessoa incapaz de falar em certas situações – na pequena Daisy, de 5 anos. A mãe estava com Síndrome da Fadiga Crônica e se sente culpada por ter perdido parte da infância das filhas.

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Daisy tem mudismo seletivo (Foto: Arquivo pessoal)

Levou mais de dez anos para que os médicos descobrissem a Síndrome que afetava Jill. A SFC causa cansado sem um motivo aparente e, independente da quantidade de repouso que a pessoa realize, a sensação de fadiga continua. Mas o que isso tem a ver com o problema de fala da filha? Bem, Jill pensa que ter deixado Daisy em casa por quase dois anos, sem frequentar lugares com outros bebês, pode ter causado um tipo de ansidade na menina.

“Embora Daisy fale conosco em casa, ela não consegue falar quando sai de casa. Tentamos discutir isso com ela e ela consultou um clínico geral sobre isso, mas não consegue explicar por que isso acontece”, disse a mãe em entrevista ao The Sun.

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Jill não se lembra da primeira infância de Daisy (Foto: Arquivo pessoal)

A norte-americana descreve a Síndrome da Fadiga Crônica como um resfriado que ela pegou aos 17 anos e nunca mais se curou. A condição apenas piorou depois do nascimento da primeira filha, segundo Jill. “Quando dei à luz minha filha mais velha, Pashley, em 2011, com 22 anos, meus sintomas pioraram inexplicavelmente – mas os médicos consideraram isso como depressão pós-parto.Por fim, consegui voltar a trabalhar meio período como assistente administrativo em uma joalheria local.Mas quando tive minha filha mais nova, Daisy, em 2015, piorei ainda mais.Três semanas depois de voltar do hospital, eu estava lutando para até mesmo engatinhar escada acima – deixando-me em lágrimas.De volta ao sofá, eu estava me esforçando para manter meus olhos abertos. O barulho e a luz do dia se tornaram insuportáveis”, conta ela.

Daisy não consegue falar quando sai de casa (Foto: Arquivo pessoal)

Apesar de ter estado fisicamente com Pashley e Daisy durante todos os anos, a mãe quase não tem recordações da época e se lamenta. “Minhas memórias desse tempo precioso são borradas e nebulosas. Existem tantos marcos importantes que não me lembro.Não me lembro dos primeiros passos de Daisy por volta de um ano de idade. Eu estava tão mal que, embora estivesse “presente”, não estava mentalmente “lá””, confessa Jill.

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