Menina de 9 anos ajuda a complementar renda da família através de loja virtual própria de bijuterias

Anna Sophia Araújo teve a ideia na escola, após as aulas de empreendedorismo que lhe ensinaram como conquistar clientes e obter lucro com as vendas

Resumo da Notícia

  • Anna Sophia Araújo abriu o negócio próprio aos 9 anos de idade
  • A menina ajuda nas contas de casa após aprender sobre empreendedorismo na escola
  • A loja começou a ganhar força durante isolamento social

Anna Sophia Araújo, uma estudante de Manaus que hoje cursa o 5º ano, montou o primeiro negócio e consegue, por meio dele, ajudar a pagar as contas da família após aprender sobre empreendedorismo na escola.

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“Sophibijuuof” é o nome da loja virtual da menina de apenas 9 anos de idade, na qual vende-se bijuterias feitas a partir de produções manuais. Foi por meio das aulas que recebeu que Anna desenvolveu uma noção sobre como obter lucro com os produtos e também aprender a conquistar o coração dos clientes.

 

Loja virtual criada por Anna Sophia
Loja virtual criada por Anna Sophia (Foto: Reprodução/Redes sociais/Arquivo Pessoal)

“Ela queria fazer alguma coisa pra ganhar o dinheiro dela. Então a minha sogra começou a comprar algumas peças para a produção, feitas de pérola, miçangas, que de alguma forma ajudasse ela a começar a fazer os produtos. Ela começou com pulseirinha, depois foi fazendo colares e com isso ela foi tendo mais interesse, mas o que realmente desencadeou e fez ela ter vontade de abrir a lojinha foi a pandemia, porque ela tava muito tempo dentro de casa, estava ociosa”, contou com exclusividade ao portal de notícias do G1, a pedagoga Suellen Araújo, de 34 anos, mãe de Sophia.

O desejo da menina de vender as bijuterias com miçangas coloridas para amigos, familiares e seguidores nas redes sociais, começou em 2019, entretanto o projeto só ganhou maior força durante a pandemia de Covid-19, em 2020. Mesmo após o sucesso do negócio, Anna ainda frequenta as feiras de empreendedorismo que a instituição onde estuda promove anualmente.

O dinheiro que a empreendedora mirim recebe, ajuda a comprar itens pessoais, como uma boneca, farda, tênis e o lanche da escola, mas também as vendas auxiliaram a família com as contas de plano de saúde e alimentação, no momento em que o pai da menina estava desempregado.