PL que prioriza vacinação de grávidas, lactantes e puérperas contra a covid-19 é aprovado na Câmara

O Projeto de Lei 2112/21, que dá prioridade para a vacinação de grávidas, lactantes e puérperas contra a covid-19 foi aprovado na Câmara dos Deputados e irá seguir para a sanção presidencial

Resumo da Notícia

  • A PL 2112/21, que prioriza a vacinação de grávidas, lactantes e puérperas foi aprovado na Câmara dos Deputados
  • O projeto de lei ainda terá que seguir para a sanção presidencial
  • Crianças e adolescentes com deficiência permanente ou com comorbidades e adolescentes privados de liberdade também serão incluídos na proposta

Nesta quinta-feira, 8 de julho, a Câmara dos Deputados aprovou o Projeto de Lei 2112/21, do Senado, que irá incluir grávidas, lactantes e púerperas nos grupos prioritários da campanha de vacinação contra a covid-19. Vale lembrar ainda que é necessário a sanção presidencial para entrar em vigor.

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Além dos grupos mencionados, crianças e adolescentes com deficiência permanente ou com comorbidades e adolescentes privados de liberdade também serão incluídos na proposta. A medida depende de registro, ou ainda autorização de uso emergencial das vacinas para as pessoas com menos de 18 anos de idade.

O projeto de lei que prioriza grávidas, lactantes e puérperas foi aprovado na Câmara dos Deputados e irá seguir para a sanção presidencial (Foto: Freepik)

A única vacina liberada para a imunização de crianças com mais de 12 anos é a da Pfizer/BioNTech, que foi aprovada pela Anvisa na primeira quinzena do mês de junho. O projeto de lei foi proposto pela deputada Luisa Canziani.

Em São Paulo, o projeto a PL 306/21 de autoria da deputada Marina Helou e do Delegado Bruno Lima estabelece prioridade para grávidas, lactantes e puérperas, com ou sem comorbidades. Apesar de ainda estar em tramitação, a deputada reforça a importância da medida.

“Priorizar a vacinação de grávidas, puérperas e lactantes sem restrição de idade no Plano de Imunização é um grande avanço. Esse é um direito de todas as mulheres que amamentam: proteger a si e os seus filhos”, conclui Marina Helou.