Yanna Lavigne faz reflexão importante sobre maternidade: “Me enche de orgulho e de medo”

Yanna Lavigne usou as redes sociais para comentar como está se sentindo esperando por Amélia, sua segunda filha com Bruno Gissoni

Resumo da Notícia

  • Yanna Lavigne usou as redes sociais para fazer uma reflexão importante;
  • A atriz contou os desafios e sensações que vem tendo nesta reta final da segunda gestação;
  • Amélia é a segunda filha fruto do casamento entre Yanna e Bruno Gissoni.

Nesta quinta-feira, 13 de janeiro, Yanna Lavigne usou as redes sociais para atualizar os seguidores sobre a segunda gravidez da filha caçula, Amélia, fruto do relacionamento com Bruno Gissoni.

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No Instagram, a atriz compartilhou um momento de intimidade em família e aproveitou para refletir sobre a insegurança que tem em ser mãe na situação atual que vivemos e falou também dos altos e baixos emocionais que sente, dizendo que não sabe se está preparada o suficiente ‘para ser exemplo em uma nova jornada’.

“Pensar em mais duas vidas de nós dois. Me enche de orgulho e de medo. Me enche de completude e incertezas. Não quanto a nós, quanto ao nosso redor. Colocar alguém nesse mundo é de uma grande falta de responsabilidade ou estaríamos nós colaborando pra nova tropa de linha de frente necessária pra que o mesmo sobreviva? Eu digo NESSE, pois até poderia ser mais fácil em Atlantis, Marte, outra dimensão…”, começa a mãe de Madalena e Amélia.

Yanna ao lado de Bruno e a filha Madalena
Yanna ao lado de Bruno e a filha Madalena (Foto: Reprodução/Instagram @yannalavigne)

“A cabeça vai longe, a complexidade da vida sempre me pega de surpresa, pra me mostrar que de nada sei, nem conseguirei prever. Um ir e vir infinito cheio de consequências… A vida também é isso, um emaranhado de coisas boas, mas também disparidade de bolhas e realidades. Que apesar da empatia desconheço várias, e sinto muito por isso. Uma constante montanha russa de vitórias, ou do contrário”, continuou Yanna.

“Na nossa falta, elas ainda estarão aqui. O que fizemos por elas?? Essa pergunta que me guiará… Ao final, espero ter tecido vidas ímpares, confiantes, onde a única ordem é ser feliz. E fazer feliz o seu redor. Condescender o mínimo: valeu muito a pena estar aqui”, finaliza.