Mãe decide se especializar para cuidar do filho autista depois que foi rejeitado por creches

Kanesha Burch descobriu que o filho de 3 anos tinha autismo e outras dificuldades depois de ser rejeitado 3 vezes por creches e, por isso, decidiu que faria um mestrado e terminaria a graduação para conseguir ajudar o próprio filho

Resumo da Notícia

  • Uma mãe descobriu que o filho de 3 anos tinha autismo e algumas outras dificuldades depois que ele foi rejeitado de 3 creches
  • Ela decidiu terminar a graduação em educação infantil e fazer um mestrado em psicologia
  • A iniciativa de se especializar surgiu porque ela queria garantir que o filho tivesse toda a ajuda de que precisava
(Foto: reprodução/ Goog Morning America)

Kanesha Burch é mãe de Antonio Gaylord, que desde bem jovem não gostava muito de interagir com outras crianças, além de ser muito sensível e ter resistência para comer alimentos com certas cores e texturas. O menino acabou sendo rejeitado por três creches, fazendo com que a mãe tomasse uma atitude.

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“Não podemos atender as necessidades de seu filho”, era o que Kanesha costumava ouvir dos profissionais em relação ao filho. Ele foi diagnosticado aos 3 anos com atraso expressivo da linguagem e distúrbio do espectro do autismo. “Eu não tinha conhecimento sobre isso, estava com medo porque não sabia como ajudá-lo. Não sabia o que fazer e quais recursos estavam disponíveis”, revelou Kanesha ao Good Morning America.

Ela estava trabalhando em um Jardim de Infância e resolveu focar nos estudos para terminar a graduação e cuidar do próprio filho. Ela ainda quis fazer um mestrado em psicologia com especialização em Terapia ABA (Análise do Comportamento Aplicada). Dessa forma, ela não precisaria se preocupar mais com a rejeição do menino em qualquer outro lugar e garantir que ele fosse bem cuidado.

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Atualmente, o menino tem 6 anos (Foto: reprodução/ Goog Morning America)

Essa decisão custou muito tempo e dedicação, mas o resultado foi muito positivo. “O mestrado fez uma tremenda diferença na minha vida e na dele”, afirmou. Atualmente, Antonio tem 6 anos e graças ao cuidados profissionais da mãe, ele consegue ter interações normais e uma vida de qualidade.

“Eles são capazes de fazer qualquer coisa que qualquer criança típica do desenvolvimento possa fazer”, desabafou a mãe quando o menino recebeu um prêmio de Estudante do Mês. “Se um dia eu for dona de uma creche não afastarei essas crianças, porque entendo o que elas estão enfrentando e o que os seus pais estão passando. Quero estar lá para eles”, desabafou.

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