Falando de grana: é possível economizar depois da chegada do bebê?

Para a jornalista, alugar é a solução de muitas coisas!

(Foto: Reprodução / GettyImages)

Patrícia Broggi é mãe do Luca e do Tiago, jornalista e aprendeu economia no dia a dia. É dessa experiência que ela tira inspiração para a sua coluna “Falando de grana”. Dessa vez, ela veio falar sobre a tentativa de economizar dinheiro depois da chegada do bebê:

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Às vezes as ideias sobre o que falar aqui fogem. Aí peço socorro para alguém. Como fazia tempo que não falava sobre
recém-nascidos, resolvi ligar para minha afilhada Mariana perguntando se ela tinha alguma dica de economia para quem acabou de virar mãe (a Olivia , minha ‘netrinha’ já está com 9 meses e é a bebê mais fofa do mundo). Quando citei o verbo economizar para a Ma, veja o que ela me respondeu: “Putz! Economizar? Nunca gastei tanto na minha vida!”.

Fiquei passada — a Ma sempre foi mega pé no chão e econômica. E ela ainda continuou: “Osso economizar com uma
bebezinha, não tenho conseguido… Nem o sabão de roupa para recém-nascido, mega caro, consegui cortar!”. Quando já estava achando que tinha ficado na mão, sem ideia sobre o que escrever, ela me diz: “Mas tem uma dica bacana para a sua coluna, que infelizmente, eu não soube a tempo…”. E ela me salvou!!!

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Alguns produtos do enxoval são realmente imprescindíveis, enquanto outros, só ocupam espaço.

A ideia era básica, falar sobre empresas que alugam coisas para bebês: objetos, apetrechos, equipamentos, brinquedos….Coisas que você talvez só use por um tempo e quem sabe nem use, mas acaba comprando porque são itens incluídos nas intermináveis listas de enxoval para bebê. Alguns desses produtos são imprescindíveis,
outros, realmente, subutilizados. Faria muito bem para as finanças do casal e para a sustentabilidade do planeta serem reusados, reusados, reusados… Pois só basta alugar. No caso específico da Mariana, ela estava falando das bombinhas de tirar leite. Minha afilhada comprou a dela em Nova York, onde foi fazer o enxoval sem saber se iria usar (falei sobre essa experiência enxoval no exterior em uma coluna aqui o ano passado). Eu, por exemplo, não usei bombinha para leite com os meus filhos. Ela acha que poderia ter alugado uma que teria sido de bom tamanho. Usou pouquíssimo. Além do que, não ocuparia espaço por tanto tempo no armário da casa – esse espaço de armazenamento geralmente é escasso, já que fica cheio de coisas ‘imprescindíveis’ para o bebê.

Andei dando uma olhada, existem diversos sites que alugam brinquedos e artigos para bebê na internet. Sem pesquisar muito olha o que encontrei: cantinhodamamae.com.br, turminhadobrinquedo.com.br, trkids.com.br
e clubedobrinquedo.com.br. Dá para fazer locação por pacote, por tempo mais longo e mais curto, assinatura… São várias modalidades, e você escolhe a que se encaixa nas suas necessidades. O melhor é que se você alugar uma coisa e
seu bebê não gostar (tipo aquelas cadeiras caríssimas que balançam sozinhas), é só devolver no final da locação sem ter gastado uma fortuna para algo que vai ficar encostado. É consumo, sim, mas bem mais consciente. Suas finanças e o espaço na sua casa, agradecem.

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