Caso Madeleine McCann: Suspeito não consegue provar inocência sobre desaparecimento de menina

O principal suspeito de envolvimento no caso de Madeleine McCann prestava serviços no hotel que a menina desapareceu em 2007

Resumo da Notícia

  • O homem que é suspeito pelo desaparecimento da garota não consegue provar inocência
  • Ele trabalhava no resort em que Madeleine estava com a família em 2007
  • Atualmente ele está preso, condenado por abuso sexual

As autoridades europeias estão mais do que nunca, em investigações do caso da menina Madeleine McCann, que desapareceu em Portugal, nos Lagos de Algarve em 2007.

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O suspeito oficial não forneceu um álibi que garantisse a inocência dele mesmo. Ele é Christian Brueckner, e está preso atualmente na Alemanha, por ter estuprado uma mulher de 72 anos no mesmo resort em que Madeleine e a família estavam na viagem de 2007.

Caso Madeleine McCann: Pais de Madeleine não perdem as esperanças de encontrar a filha
Caso Madeleine McCann: Pais de Madeleine não perdem as esperanças de encontrar a filha (Foto: reprodução / The Sun)

O homem foi oficialmente indiciado pelo desaparecimento da menina na sexta-feira, 22 de fevereiro. Quando foi questionado pelos oficiais alemães sobre o paradeiro em 3 de maio de 2007, Christian ficou em silêncio. Coincidentemente, essa foi a noite do sumiço da garota. O jornal The Sun divulgou essas informações e segundo o veículo, o homem “não forneceu um álibi para polícia alemã”.

Durante toda a interrogação sobre o possível envolvimento de Brueckner com o sumiço de Madeleine, o homem ficou quieto, sem responder o que era perguntado. A garota tinha 3 anos quando desapareceu do quarto da família no resort em Algarve.

Christian B. é o principal suspeito do desaparecimento de Madeleine McCann (Foto: Reprodução)

Na mesma época, o suspeito vivia em Portugal e prestava serviços para manutenção do resort que a família estava hospedada. No ano de 2020 já subiram suspeitas sobre o envolvimento dele com o caso, pois Brueckner contou para um amigo que era envolvido com o desaparecimento da garota.

O homem enviou uma carta de 14 páginas para as autoridades alemãs do último mês de março, dizendo estar sendo torturado na cadeia, com ameaças de morte. Ele está ficando 23 horas por dia na cela com medo de agressões e ameaças.