Ex-Panicat Dani Bolina relata problemas ao amamentar a filha recém-nascida

Dani Bolina usou o Instagram para contar que, no momento, não amamenta mais a Luna, sua filha recém-nascida. A bebê é fruto de seu relacionamento com o Thiago Rela

Resumo da Notícia

  • A modelo Dani Bolina contou que não amamenta mais a Luna, sua filha recém-nascida
  • Em relato no Instagram, ela contou que teve problemas com a amamentação
  • No depoimento, ela ainda acrescentou que, em breve, falará sobre o ocorrido

A ex-Panicat e influenciadora digital, Dani Bolina, usou o Instagram para desabafar sobre um episódio que ocorreu em sua vida pessoal, sobretudo, no seu processo materno. Durante a manhã desta segunda-feira, 2 de maio, a Dani contou aos seus seguidores da rede social, que não está mais amamentando a Luna, sua filha recém-nascida.

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A explicação se deu após a modelo contar que estava bebendo café e energético, líquidos que não são recomendados às mães que estão em fase de amamentação. “Postei mais cedo que estava à base de café e energético, e muita gente me perguntou se eu não estava amamentando. Não! Tive sérios problemas, não estou mais”, contou.

Dani Bolina faz relato sobre a maternidade
Dani Bolina faz relato sobre a maternidade (Foto: Reprodução / Instagram / @dbolina)

Além disso, ela completou sua fala dizendo que em breve contará tudo detalhadamente aos fãs. “Prometo que falarei aqui disso para vocês. e também farei o relato de parto que muitas de vocês também pediram”, falou a mãe da Luna. A bebê veio ao mundo no dia 30 de março de 2022, como fruto do relacionamento entre Dani Bolina e Thiago Rela.

Cada mãe tem uma experiência com a amamentação e está tudo bem! 

Em 6 de abril, a Pais&Filhos abriu mais uma live em parceria com a live. Dessa vez, a reflexão foi sobre a realidade por trás da maternidade – sem firula, nem romantização. O papo foi comandado por Yulia Serra, filha de Suzimar e Leopoldo, e contou com a presença de Milena Jenckel, influenciadora digital e mãe de Guilherme; Gabriela Ribeiro, também influenciadora digital e mãe de Elis e de Geovanna Tominaga, jornalista, apresentadora, celebrante de casamento e mãe de Gabriel.

Como pontapé inicial, Geovanna começou contando a própria experiência na amamentação: “Eu fiz curso, li vários livros, me preparei, e achava que era só colocar o filho no peito que ele ia mamar. Eu imaginava que seria difícil, mas não tanto. Pensei que eu seria “vaca leiteira”, e teria muito leite e queria até doar! Mas depois daquele primeiro contato que não é o leito, mas o colostro, foi muito difícil. A gente não se entendia, aí vinha enfermeira e tentava mudar a posição e nada dava certo. Resumindo: eu e Gabriel só fomos nos entender na madrugada, depois que não tinha opinião de ninguém na madrugada, e a enfermeira noturna me deu meu bebê e aí eu tive a paz de entender o nosso ritmo e ele conseguiu pegar o peito, foi tranquilo. Aí fomos para casa, e começou meu pesadelo. Porque amamentação não é fácil, né? Porque são várias vezes ao dia, e o Gabriel mamava de duas em duas horas e eu não tinha leite suficiente. Bateu uma culpa enorme, o leite ia diminuindo a cada mês e eu fiz de tudo para produzir leite. Teria sido muito pior sem rede de apoio, mas eu tive ajuda do meu marido e da minha família e mesmo assim não funcionou muito bem não. Eu até comi tudo de crença popular, e não rolou! Aí perto dos três meses eu cedi à fórmula. Não foi nada do que eu imaginava que seria: foi difícil, foi duro, foi dolorido”.

A amamentação não é um mar de rosas (Foto: GettyImage)

Gabriela também continuou: “Eu sou mãe da Elis, ela tem 2 anos e eu ainda amamento. Primeiro que a gravidez dela foi um susto para mim, porque eu engravidei mesmo com o uso do anticoncepcional. Então comecei a pesquisar sobre parto, enxoval, e li algumas coisas sobre amamentação. Mas, mesmo assim, eu pensava que era algo natural. O primeiro contato com a Elis foi assim também, porque ela não pegava direito. No hospital mesmo eu me machuquei, e eu chorava na cama toda vez que ela chorava para eu amamentar. E eu chamei a enfermeira e falei para ela que estava errado, e ela me disse que não. Só que estava errado sim! Então eu pedi para o meu marido o meu celular e pesquisei sozinha como funcionava. Aí eu concertei a pega e consegui, mas meu peito já estava todo machucado. E fui para casa e foi ainda pior, porque começou aquilo da madrugada e fiz de tudo. E você ver que não está conseguindo amamentar o seu filho é muito doloroso”. Confira a reportagem completa aqui.