Mãe diz que fez xixi na cama por 2 anos após dar à a luz a quadrigêmeas

Carla Crozier, de 38 anos, sentiu o desconforto logo após o nascimento de Isla, Demi, Alyse e Milla. Durante esse tempo, a inglesa não contou para ninguém o que estava passando

Resumo da Notícia

  • Uma mãe de 38 anos fez xixi na cama por 2 anos depois de dar à a luz as quatro filhas gêmeas
  • Carla Crozier mora em Essex, na Inglaterra, com o marido, Paul, e recentemente passou por um tratamento na vagina para resolver o problema
  • Carla deu à luz a Isla, Demi, Alyse e Milla, em março de 2017

Uma mãe de 38 anos fez xixi na cama por 2 anos depois de dar à a luz as quatro filhas gêmeas. Carla Crozier mora em Essex, na Inglaterra, com o marido, Paul, de 45 anos, e recentemente passou por um tratamento na vagina para resolver o problema. Ela conta ao The Sun, porém, que antes disso precisava pensar duas vezes antes de tossir, espirrar ou até dar risada. Toda manhã, segundo ela, a cama acordava molhada.

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As meninas nasceram em 2017 (Foto: Arquivo Pessoal)

“Me molhar constantemente me deixou bastante deprimida. Parei de ir à academia e perdi o ânimo para ficar em forma e saudável novamente. Tive que usar absorvente e o pior momento foi quando aconteceu na academia. Eu não conseguia fazer os exercícios, então apenas fiquei lá batendo os sapatos”, disse ela.

Carla deu à luz a Isla, Demi, Alyse e Milla, em março de 2017. As meninas foram concebidas através de uma fertilização in vitro que o casal se submeteu para dar um irmão ao filho Darcie, de 6 anos. Depois do parto, que aconteceu 12 semanas antes do previsto, a mãe percebeu que a urina vazava todos os dias e que sofria com dores intensas quando ia ao banheiro.

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Carla ficou 2 anos sofrendo com o problema (Foto: Arquivo Pessoal)

“Falei com meu marido sobre a dor, mas nunca sobre minhas inseguranças. Eu estava insegura quanto ao meu corpo de qualquer maneira, porque ter quadrigêmeas arruinou minha aparência como um todo – mas guardei isso para mim”, conta.

A mãe sofreu por quase 2 anos sem contar o seu problema para ninguém e com o medo frequente que algum acidente fosse acontecer. Após esse tempo, ela resolveu finalmente se consulta no ginecologista, que explicou que a parede vaginal de Carla havia colapsado com a gestação e a bexiga estava sendo empurrada para baixo.

O problema foi solucionado com radiofrequência (Foto: Arquivo Pessoal)

Depois do diagnóstico Carla foi encaminhada para um especialista que sugeriu um tratamento não cirúrgico, com radiofrequência. “Teve um impacto tão positivo em mim física e mentalmente e, por isso, estou ansiosa para alertar outras mulheres sobre o fato de que existem opções de tratamento”, disse ela.

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