Mãe engravida após receber vacina da gripe ao invés de anticoncepcional injetável

Yesenia Pacheco foi indenizada esta semana em 13 milhões de dólares pelo erro da enfermeira. O caso aconteceu em 2011 e estava na Justiça até então

Resumo da Notícia

  • Uma mulher americana foi indenizada em 13 milhões de dólares após ter engravidado por conta de um erro médico
  • Yesenia Pacheco recebeu da enfermeira uma dose de injeção antigripal no lugar do anticoncepcional injetável
  • A mãe de dois filhos engravidou de um bebê com sérias deficiências, na época

Uma mulher americana foi indenizada em 13 milhões de dólares na última semana após ter engravidado por conta de um erro médico. Yesenia Pacheco recebeu da enfermeira uma dose de injeção antigripal no lugar do anticoncepcional injetável que tomava desde 2011. A mãe de dois filhos engravidou de um bebê com sérias deficiências, na época.

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A famíla recebeu uma indenização (Foto: Reprodução / The Sun)

A americana explicou para o portal The Seattle Times que ela e o marido não queriam mais ter filhos e optaram pelo anticoncepcional intravenoso, considerado um dos mais seguros. Um ano depois, em 2012, quando Yesenia voltou ao Hospital de Seattle para tomar uma segunda dose, ela foi informada que estava grávida de três meses.

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A americana é mãe de três filhos (Foto: Reprodução / The Sun)

Os prontuários do hospital mostram que a mãe recebeu uma vacina contra a gripe no lugar dos hormônios. No pré-natal, Yesina também descobriu que o filho sofria com uma rara doença neurológica, a polimicrogiria (PMG). A condição afeta a fala, a visão e a habilidade cognitiva da criança.

Depois de oito anos na Justiça, o casal finalmente foi indenizado pelo hospital. Os valores somam o equivalente a quase 70 milhões de reais e deverão ser usados com as despesas médicas da menina, além da sua educação.

O juiz Robert Lasnik, responsável pelo caso, se pronunciou em defesa a família: “A Sra. Pacheco não planejou ou pretendeu engravidar no outono de 2011 e tomou medidas afirmativas para evitar uma gravidez indesejada.Se ela tivesse recebido uma injeção de Depo-Provera em 30 de setembro de 2011, ela não teria concebido. A gravidez indesejada e o nascimento de S.L.P. eram consequências previsíveis do erro [da enfermeira].O risco de que uma criança nasça com uma condição médica ou deficiência está dentro do campo de perigo geral que surge quando um provedor de serviços de saúde deixa de usar os cuidados razoáveis ​​em um procedimento destinado a prevenir a gravidez’, disse.

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