Plano Nacional de Vacinação: veja a previsão para o início da imunização no país

Em entrevista coletiva, o Ministério da Saúde divulgou hoje quando poderá começar o plano no Brasil e reforçou a importância dos laboratórios pedirem o registro na Anvisa

Resumo da Notícia

  • Veja como irá funcionar o plano de vacinação
  • O Ministério da Saúde deu uma previsão para o início da imunização no país
  • Será necessário que a Anvisa registre as vacinas

O Ministério da Saúde afirmou nesta terça-feira, 29 de dezembro, que o Plano Nacional de Vacinação (PNI) contra o novo coronavírus tem previsão de iniciar entre janeiro e o começo de fevereiro. Será necessário que os fabricantes das vacinas obtenham o registro junto à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

-Publicidade-
Veja como irá funcionar (Foto: Unsplash)

Durante uma coletiva, Arnaldo Medeiros, secretário de Vigilância em Saúde, reforçou que “na melhor das hipóteses”, é pretendido que a vacinação comece em 20 de janeiro de 2021. Ele explicou também que o prazo mais longo seria o início em 10 de fevereiro.

“Nós precisamos que os fabricantes obtenham o registro junto à Anvisa, e que eles entreguem doses suficientes para que sejam distribuídas. Se o distribuidor obter o registro e eventualmente não tiver dose para distribuir… entenda: o Ministério da Saúde enquanto Ministério da Saúde tem feito a sua parte, fizemos o plano [nacional de imunização], estamos com a operacionalização pronta, nos preparando para esse grande dia, mas precisamos que os laboratórios solicitem o registro”, comentou.

O plano pode começar em janeiro de 2021 (Foto: Unsplash)

Élcio Franco, secretário-executivo, disse ainda que a pasta não escolhe a vacina por sua origem. “Todas elas com a garantia de segurança e eficácia nos interessam”. O secretário reforçou ainda que a retomada das atividades só será possível com segurança por meio da imunização.

Segundo o governo federal, será necessário 108 milhões de doses da vacina para os grupos prioritários. Em um acordo com a Fundação Oswaldo Cruz, o Ministério da Saúde “garantiu” o acesso a 300 milhões de doses até o final de 2021.