Bebês

É tão fofinho! Entenda por que sentimos uma vontade incontrolável de apertar coisas fofas

Agora você vai se sentir menos culpado

Cinthia Jardim

Cinthia Jardim ,filha de Luzinete e Marco

O termo “cute agression” foi considerado cientifico (Foto: reprodução / Getty Images)

Quem nunca se deparou com fotos de bebês, crianças ou animais e teve vontade de apertar? Nossos impulsos agressivos podem explicar muita coisa! As ações de esmagar, morder e apertar são instintos chamados de “cute agression”, ou seja, uma agressão fofa. Os vilões de desenhos animados, que nem são tão malvados assim, são uma ótima referência para explicar esse tipo de comportamento como, por exemplo, a Felícia, dos Looney Tunes e até mesmo a Darla, de Procurando Nemo.

A Universidade de Yale classificou o termo “cute agression” como acadêmico, pois conseguiu provar que pessoas expostas à imagens fofas estouram mais plástico-bolha do que as que olham apenas fotos comuns. Já a Universidade de Riverside, na Califórnia, resolveu olhar os estímulos por dentro do cérebro dos voluntários ao estudo.

A pesquisa foi realizada em 54 pessoas, que foram apresentadas à imagens consideradas fofas e também às neutras em relação à fofura. Eles passaram por duas etapas, sendo elas a de apenas olhar fotos e depois a realização de entrevistas. Com isso, foi possível concluir que a agressividade fofa é associada a dois fatores: a derivação de muito prazer em relação à um objeto fofo e a sobrecarga do ponto que processa as emoções.

A vontade de apertar coisas é considerado uma “falha” no cérebro (Foto: Getty Images)

Apenas 35% dos participantes não sentiram vontade de apertar algo que considera fofo, ou seja, a grande maioria das pessoas estão muito habituados a ter essa sentimento. Os resultados afirmaram que a “cute agression” é a maneira em que o nosso cérebro lida com essa falha, transformando-a em uma espécie de “overdose de fofura”.

Como conclusão, a pesquisa afirma que quando vimos qualquer coisa que o cérebro possa assemelhar com um bebê, ele desperta um comportamento protetor, e a forma em que ele pode lidar com isso é expressando manifestações de “cute agression”.

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