Criança

Sarampo pode cegar o bebê: campanha de vacinação vai até dia 14 de setembro

Veja se o seu filho faz parte do grupo de risco

Jéssica Anjos

Jéssica Anjos ,filha de Adriana e Marcelo

(Foto: iStock)

Vacina ainda é o método mais eficaz para proteger as crianças de doenças perigosas como sarampo e poliomielite (Foto: iStock)

De acordo com o Ministério da Saúde, somente 88% do grupo de risco (que inclui crianças de 1 a menores de 5 anos) foi imunizado durante a Campanha Nacional de Vacinação contra sarampo e poliomielite. Como o objetivo do Ministério é alcançar 95% do público-alvo distribuições das vacinas, na rede pública de saúde, foram prorrogadas até o dia 14 de setembro. A informação é que até esta segunda-feira (3), mais de 1,3 milhão de crianças não receberam a vacina.

Pais&Filhos levanta a bandeira de que a vacina ainda é o método mais eficaz para proteger as crianças de doenças perigosas como o sarampo e poliomielite. O oftalmologista Leôncio Queiroz Neto do Instituto Penido Burnier, pai de Thiago e Thais, ressalta a importância das mulheres que estão no período fértil – principalmente aquelas que querem ser mães agora – estarem protegidas contra o sarampo.

“As piores sequelas da doença acontecem na visão da criança, mais ainda se o vírus é transmitido para o feto durante a gravidez, através da placenta”, alerta. Nesse caso o bebê nasce com catarata congênita que pode levar a perda total da visão durante a infância. “Isso acontece com 4 em cada 10 casos”.

Segundo o especialista, é um mito dizer que quem teve sarampo quando criança está imune à doença: a única forma de se proteger do vírus é através da vacina. “A medicina não é matemática e cada corpo é de um jeito. O risco de sarampo depende da intensidade que a pessoa é