Coronavoucher: o benefício de 600 reais para trabalhadores informais deve começar na próxima semana

O auxílio foi um recurso para ajudar as pessoas que estão sendo prejudicados financeiramente por conta do isolamento social devido a crise do coronavírus no Brasil e no mundo, a decisão foi aprovada pelo Congresso na última segunda-feira, 30 de abril

Resumo da Notícia

  • Jair Bolsonaro é questionado sobre quando entrará em vigor o coronavoucher
  • A medida vai auxiliar financeiramente trabalhadores informais
  • O processo é burocrático, mas famílias vão começar a receber na semana que vem
A ideia é fornecer auxílio de R$ 600 para os trabalhadores sem carteira assinada durante a crise de coronavírus no Brasil (Foto: Shutterstock)

Na última quinta-feira, 2 de abril, o presidente Jair Bolsonaro se pronunciou sobre o início do pagamento “coronavoucher”, projeto que foi aprovado pelo congresso na última segunda-feira, 30 de abril. A ideia é fornecer auxílio de R$ 600 para os trabalhadores sem carteira assinada durante a crise de coronavírus no Brasil.

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De acordo com a UOL, o presidente afirmou que as pessoas vão começar a receber o pagamento a partir da semana que vem. Ele ainda disse que a razão no atraso do projeto é por conta do sistema burocrático, e que nesse momento tudo tem que ser feito com muita atenção para não acontecer qualquer tipo de erro.

  • “Coronavoucher”

A medida foi criada para proteger financeiramente trabalhadores informais ou microempreendedores que foram prejudicados pelos impactos causados pela pandemia do novo coronavírus. É importante lembrar que o benefício de receber R$ 600 por mês do governo, é valido para até duas pessoas da mesma família.

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  • Quem pode receber?
  • Microempreenderoes individuais (MEI);
  • Que não recebam benefício previdenciário ou assistencial, seguro-desemprego ou programas de transferência de renda;
  • Se o trabalhador recebe o Bolsa Família, terá de optar por um dos dois benefícios.

Ainda dentro das condições, se a mãe de família for a única trabalhadora e responsável pelo lar, poderá receber R$ 1,2 mil mensais. De acordo com o projeto, ainda acontecerá de maneira gradual o cadastro de pessoas que desejam requisitar o Benefício para Idosos Carentes (BIC).

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