Grávida que estava desaparecida é encontrada sem vida e sem o bebê em fábrica abandonada

Flávia Godinho Mafra, de 26 anos, estava com 36 semanas de gestação e voltava de um chá de bebê quando foi surpreendida pela amiga. O caso aconteceu em Canelinha, em Santa Catarina

Resumo da Notícia

  • O corpo de Flávia Godinho Mafra, de 26 anos, foi encontrado sem vida na manhã desta sexta-feira, 28 de agosto
  • A mulher estava grávida de 36 semanas e havia desaparecido depois de ir em um chá de bebê com uma amiga
  • O caso aconteceu em Canelinha, em Santa Catarina

O corpo de Flávia Godinho Mafra, de 26 anos, foi encontrado sem vida na manhã desta sexta-feira, 28 de agosto. A mulher estava grávida de 36 semanas e havia desaparecido depois de ir em um chá de bebê com uma amiga, na quinta-feira, dia 27. A Polícia Civil foi acionada depois que a amiga que deu a carona foi ao hospital pedindo ajuda por ter dado à luz a um bebê na rua. A equipe médica desconfiou do relato, porque a jovem não parecia ter passado por um parto recentemente e o recém-nascido tinha arranhões nas costas. O caso aconteceu em Canelinha, em Santa Catarina.

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Flávia estava esperando o primeiro filho (Foto: Arquivo Pessoal)

O corpo da gestante foi encontrado em uma fábrica de cerâmica abandonada. A autora do crime era próxima da vítima e fez o convite para o chá de bebê. “Durante o trajeto, ela desviou e entrou numa cerâmica abandonada. Ali, se armou com tijolo e desferiu os golpes na cabeça da vítima, fazendo que ficasse inconsciente. Depois, de posse de um estilete, abriu o abdômen da vítima e retirou a criança de seu ventre, indo para a via pública e simulando um parto espontâneo, natural, como se estivesse estourado a bolsa dela”, relatou o delegado Paulo Freyesleben e Silva.

O corpo foi encontrado na última sexta-feira (Foto: Arquivo pessoal)

A mulher confirmou a história ao delegado. Segundo a polícia, a acusada tinha perdido um bebê em janeiro. O recém-nascido, filho de Flávia, está internado em um hospital infantil e segue estável. A grávida era filha única e trabalhava como professora na cidade. “Era uma menina bem quista, trabalhadora, sempre disposta a ajudar as pessoas. Ela ia com a mãe dela nos eventos em escolas, igrejas, nos bingos. Ajudava em tudo”, conta uma amiga, Josiane Benevenute.

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