Menino de 13 anos encontra a melhor forma de ajudar o negócio do pai durante pandemia

O garoto viu que as vendas estavam caindo e percebeu as dificuldades que o pai estava passando e logo resolveu colaborar. Para melhorar os negócios, ele apenas usou as redes sociais

Resumo da Notícia

  • Garoto de 13 anos encontra forma de ajudar o negócio do pai durante a pandemia
  • Ele notou que as vendas haviam caído e tomou uma iniciativa
  • Nas redes sociais, ele conseguiu alcançar mais visibilidade para a lanchonete
  • Ele também ajudou o pai a cadastrar o restaurante em aplicativos de entrega
Menino de 13 anos usa as redes sociais para ajudar o negócio do pai (Foto: Shutterstock)

Um menino de 13 anos ajudou a salvar o negócio do pai em meio à pandemia de coronavírus. O garoto de Belo Horizonte, Minas Gerais, viu que as vendas da lanchonete do pai estavam caindo e mandou mensagem para algumas páginas da cidade pedindo ajuda.

O pai, Marlúcio Ignácio, contou ao BHAZ que a ajuda do menino veio de forma espontânea em um dos momentos mais difíceis. O dono da lanchonete já havia demitido os funcionários e estava trabalhando sozinho, para tentar diminuir os custos.

Garoto de 13 anos encontra forma de ajudar o negócio da família (Foto: reprodução Instagram / acaidocareca)

Samuel logo percebeu o que estava acontecendo e resolveu, sozinho, tomar uma iniciativa para ajudar a família. Ele procurou algumas páginas muito acessadas da cidade e logo mandou “Oi, você poderia ajudar meu pai?”. O pedido do garoto foi atendido e algumas mídias com um vasto alcance na cidade publicaram a história da família.

Em pouco tempo, a história de Samuel foi curtida milhares de vezes e o Instagram da lanchonete “Açaí do Careca” acumulou mais e mais seguidores. “Ele pegou o celular, entrou em contato com uma pessoa no Instagram, outra no Facebook… Naquele mesmo dia, entre as 18h e as 22h, a gente já tinha conseguido mais de 1.500 visualizações”, contou o pai ao jornal BHAZ.

Para garantir que os negócios de fato melhorassem, o filho também ajudou o pai a cadastrar o estabelecimento em aplicativos de entrega. “Essa situação me fez perceber muita coisa boa, que não é tudo tragédia. Esse menino me animou, os últimos meses foram um baque e ele me deu uma injeção de ânimo”, compartilhou o pai.

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