Professores de Rayssa Leal contam como a skatista é na escola: “Sapeca e elétrica”

Fadinha é estudante de um colégio particular em Imperatriz, no Maranhão, onde mora com a família. Após a medalha de prata histórica nas Olimpíadas de Tóquio, os professores da atleta mandaram a real sobre a menina em sala de aula

Resumo da Notícia

  • Rayssa Leal é a medalhista olímpica mais nova da história do Brasil
  • A menina levou medalha de prata no skate, modalidade de estreia nos jogos
  • Os professores de Rayssa contaram como a menina se saia nos estudos
  • Eles ainda mandaram a real sobre as notas de Rayssa em colégio particular no Maranhão

Rayssa Leal fez história nos Jogos Olímpicos de Tóquio, após se tornar a medalhista mais jovem da história do Brasil. A menina levou prata no skate, modalidade de estreia na competição, e conquistou os fãs com o carisma. Por causa disso, os professores de Rayssa em colégio particular que ela frequenta em Imperatriz, no Maranhão, mandaram a real sobre a vida acadêmica da skatista.

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Fadinha é o apelido de Rayssa (Foto: Reprodução/ Instagram)

De acordo com a equipe da escola, Rayssa também leva a dedicação para fora do esporte – e é muito atenciosa com as notas. “Garota sapeca, elétrica, solta, descontraída. Cheia de amigos, nunca a vi de cara amarrada”, comentou Ana Cláudia, diretora e proprietária da escola em que a menina está cursando o oitavo ano, em entrevista à UOL, “Quando sabe que vai ter falta por conta de uma competição, ele nos informa com antecedência. Aí, preparamos um cronograma específico de reposição de conteúdo por meio de apostilas e conteúdo online“, revelou ainda.

Rayssa ganhou medalha de prata no skate nas Olimpíadas de Tóquio (Foto: Reprodução/ Instagram)

Ana ainda detalha que Rayssa é muito esperta e excelente aluna – e que fecha o boletim com notas entre 8 e 9,5. “Ela não tem nenhuma dificuldade de absorver conteúdo. Como aluna é muito esforçada, dedicada, preocupada com os estudos“, disse.

A diretora da instituição ainda conta que usa a atleta como exemplo de dedicação, esforço e sucesso para as outras crianças. “Costumo dizer que, por trás da leveza, existe um exemplo de dedicação. A gente mostra aos alunos que as conquistas dela não caíram do céu. São resultado de treinamento diário no skate”, declarou. Na pandemia, Rayssa manteve os estudos à distância, para evitar quaisquer contaminações de covid-19 que a impedissem de chegar às Olimpíadas. “Ela viajou para Tóquio com o semestre fechado. Passou em todas as provas”, relembrou ainda a diretora.