Pais brigam na justiça para salvar a vida do filho e juíza toma triste decisão

O bebê, de apenas quatro meses, sofreu morte cerebral por complicações no nascimento e o casal estava brigando na justiça para salvar a vida do menino

Resumo da Notícia

  • A justiça tomou uma decisão depois da morte cerebral do bebê
  • O casal estava brigando na justiça para salvar a vida do filho
  • O menino estava respirando com a ajuda de um ventilador
  • Os juízes responsáveis pelo caso se pronunciaram
Ele teve morte cerebral (Foto: reprodução / The Sun)

Nesta sexta-feira, 14 de fevereiro, os pais de um bebê, de quatro meses, entraram em uma briga judicial contra o hospital de Manchester para manter o filho vivo. A decisão, que já foi tomada, foi anunciada pelo veículo britânico The Sun. Como resposta, os juízes ficaram ao lado dos médicos e os pais se recusam a acreditar no que está acontecendo.

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Sir Andrew McFarlane, Lord Justice Patten e Lady Justice King analisaram os argumentos de todos os advogados, mas David Foster, responsável pela defesa do casal, afirmou que: “A família está decepcionada com a decisão do Tribunal de Apelação e está considerando uma apelação. Eles acreditam que a lei nessa área deve ser revista e não consideram a condição de Midrar necessariamente irreversível”.

Os médicos que cuidaram do bebê no Hospital St Mary’s disseram ao site que realizaram três testes, e neles foram comprovados a morte do tronco cerebral, que estava sem oxigênio devido complicações no nascimento. Eles ainda disseram que os pais não aceitam a morte do filho e discordam do trabalho que estão realizando.

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Eles fizeram de tudo pelo filho (Foto: reprodução / The Sun)

A juíza Lieven afirmou que tem todas as evidências e que é visível a morte cerebral do bebê. “É perfeitamente compreensível que os pais se apeguem à esperança apontando os movimentos de Midrar, incluindo os movimentos do peito. No entanto, todos os quatro consultores que deram provas disseram que havia uma razão óbvia e bem conhecida para esses movimentos, a saber, reflexos da medula espinhal”.

A decisão tomada pelo Tribunal é de que o bebê não deve mais receber suporte de vida, e que os médicos terão que apelar contra o desejo dos pais e desligar os aparelhos.

Entenda o caso

Em janeiro de 2020, os pais alegaram que o menino mostrava sinais de vida e permanecia respirando por um ventilador. “Estávamos dizendo desde o início que sentimos que o Midrar não está morto. De fato, se o Midrar está morto, onde está o atestado de óbito?”, afirmou o pai.

Ele estava respirando por aparelhos (Foto: reprodução / The Sun)

O homem, que é cientista biomédico, disse que o filho só estava vivo por causa dele: “Se eu não fosse um cientista, Midrar estaria morto ou, lamento dizer, morto nos primeiros dias de sua vida, mas continuei pesquisando o que estava acontecendo e sabia que o que eles estavam fazendo não estava correto”.

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