Bebês

7 frases que as mães em adaptação de sono do bebê não aguentam mais ouvir

“Você está prejudicando o seu bebê” pense duas vezes antes de falar!

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Nathália Martins

Nathália Martins ,Filha de Sueli e Josias

(Foto: iStock)

É uma fase difícil, cuidado com os comentários desnecessários (Foto: iStock)

Mães de segunda ou terceira viagem já sabem lidar com o sono do bebê melhor do que uma mãe de primeira viagem. Isso é normal e está tudo bem. Por isso estamos aqui para te ajudar a estabelecer hábitos de sono no seu filho desde cedo. Mas esse treinamento é controverso: embora muitos especialistas recomendem que o bebê tenha entre 4 e 6 meses de idade para iniciá-lo, não há idade ou método recomendado para testes. E vale lembrar que pode ser que não dê certo para seu filho.

Separamos alguns comentários que você provavelmente vai ouvir nesse momento de adaptação, mas que não são nada úteis. Dá uma olhada:

“Você não deve se preocupar com isso”

Aqui está a verdade fria e dura: uma mãe se compromete a treinar o sono do bebê porque realmente se importa com o bem-estar geral de toda a família. Então, na realidade, isso é um ato de amor não só para ele, mas para todo o resto da casa.

“Você está prejudicando o seu bebê”

Na verdade não. Um estudo recente publicado na Pediatrics analisou bebês com idades entre 6 e 16 meses que não dormiam durante a noite e descobriu que o choro não causava estresse ao bebê. Não só isso, mas as crianças que choram, dormem mais rápido e acordam menos durante a noite.

“Não vai funcionar”

O treinamento do sono não é a escolha certa para todas as famílias, é claro. Mas é preciso ressaltar que tentar por apenas uma semana não trará resultados. Você precisa passar semanas aderindo a uma rotina muito disciplinada.

“Isso é maldade”

O fato de você permitir que seu filho chore por alguns minutos antes de intervir – ajudando-o a aprender a se acalmar e adormecer sozinho – não anula o fato que você dá amor e carinho todo o tempo para ele.

“Pode prejudicá-lo quando for mais velho”

Um estudo de 2012 publicado na revista Pediatrics, que analisou crianças de 6 anos que tiver