Criança

Desabafo: mãe se revolta após filha deficiente ser impedida de brincar no shopping

A publicação atingiu mais de 4 mil compartilhamentos

Redação Pais&Filhos

Redação Pais&Filhos

(Foto: Reprodução / Instagram @valentina.curtindoavida)

Valentina não conseguiu brincar por conta de uma proibição do shopping (Foto: Reprodução / Instagram @valentina.curtindoavida)

Ao passear com a filha no shopping, Paula Marques Lacerda, de 44 anos, avistou um espaço com atividades infantis. Mas Valentina, sua filha de 8 anos, não podia brincar por causa de uma placa que mostrava a proibição da entrada de crianças deficientes.

Valentina nasceu com holoprosencefalia, uma má formação cerebral que causa dificuldades de locomoção. Embora não possa andar, a mãe afirmou em entrevista que a doença não impede que Valentina sinta vontade de se divertir.

(Foto: Reprodução / Instagram @valentina.curtindoavida)

“Tem certeza que minha filha não tem o direito de ser criança dentro do seu espaço?” (Foto: Reprodução / Instagram @valentina.curtindoavida)

A pedagoga postou a foto da resposta do shopping no Instagram e voltou a comentar: “Vocês já se deram conta quantos eventos de Natal, Páscoa, dia das crianças, vocês simplesmente ignoram as crianças com alguma deficiência? Nem uma mesinha que caiba uma cadeira de rodas embaixo vocês colocam para eles pintarem um desenho. Isso é triste demais.”

(Foto: Reprodução / Instagram @valentina.curtindoavida)

Na foto, a resposta do shopping postada nos comentários (Foto: Reprodução / Instagram @valentina.curtindoavida)

 

“É preciso pensar no bem geral das crianças. Luto pela inclusão“, Paula reafirmou. Ela criou o Instagram para mostrar o cotidiano de Valentina, promovendo a importância da inclusão de crianças deficientes.

O Instagram do shopping se manifestou sobre o caso em um comentário na publicação de Paula, porém, a pedagoga frisou não ter recebido um pedido de desculpas: “Eles não tinham ideia da responsabilidade daquela placa ao lado do escorregador. Era uma praça para crianças brincarem. Não podem excluir aquelas que têm alguma deficiência”, ela ressaltou em entrevista.

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