Mulher com dois úteros consegue engravidar naturalmente em caso raro: ‘Milagre’

Emma Johns é umas 3.000 pacientes no mundo com ‘Útero Didelfo’, condição que reduz pela metade as chances da mulher de engravidar

Resumo da Notícia

  • Emma Johns teve seus desejos de ser mãe abalados depois de descobrir que tinha dois úteros
  • A condição é conhecida como Útero Didelfo
  • Normalmente, as mulheres com esse problema têm dificuldade em conceber e também em segurar a gestação, já que a chance de um aborto espontâneo é maior

Emma Johns, de 27 anos, sempre sonhou com a maternidade, mas teve seus desejos um pouco abalados depois de descobrir que tinha dois úteros. Apesar de ter o órgão em ‘dose dupla’, a americana ouviu que suas chances de engravidar estavam ‘reduzidas pela metade’. Pensando nisso, Emma e o noivo Marc Kirkby, 29, começaram a tentar ter um bebê no início do ano passado – um mês depois, conseguiram!

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Olive nasceu saúdavel (Foto: Arquivo Pessoal)

A condição é conhecida como Útero Didelfo, uma anomalia onde o órgão forma duas câmaras, se dividindo ao meio. Normalmente, as mulheres com esse problema têm dificuldade em conceber e também em segurar a gestação, já que a chance de um aborto espontâneo é maior.

Quando Emma ouviu do médico a explicação do seu caso, imaginou que o se tornar mãe seria algo muito difícil e, talvez, impossível. “O clínico geral disse: ‘Acho que posso ver dois colos do útero.’ Acho que nem sabia o que era um colo do útero na época, muito menos o que significava ter dois.Ele me disse que não tinha certeza, mas poderia ser muito mais difícil para mim engravidar e isso poderia aumentar minhas chances de aborto espontâneo. O médico me disse que minhas chances de conceber caíram pela metade.Fiquei absolutamente arrasado quando ela me contou – foi devastador”, disse ela em entrevista ao The Sun.

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Emma descobriu que seu útero é dividido no meio (Foto: Reprodução pessoal)

Então, quando ela e o noivo foram morar juntos, pensaram que seria uma boa ideia já começar a tentar engravidar, afinal, eles achavam que o processo poderia demorar anos. Emma parou de se prevenir em janeiro de 2019 – em fevereiro, sua menstruação já estava atrasada! O teste confirmou: ela estava grávida do primeiro filho.

Por causa da condição rara, que atinge só 3.000 mulheres em todo o mundo, Emma precisou redobrar os cuidados durante a gestação e fazer uma pilha de exames todos os meses. A pequena Olive nasceu em 1º de novembro de 2019. “Eu realmente a vejo como um milagre. Nunca pensei que teria um filho após o diagnóstico.Parece cafona, mas toda vez que eu fazia um pedido, apagando minhas velas ou vendo uma estrela cadente, sempre pedia a mesma coisa – ter um bebê. Agora aqui está ela e ela é completamente perfeita”, conta a mãe.

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