Novidade na área! Carro elétrico infantil pretende ajudar e distrair crianças em hospitais

O veículo foi criado pela Hyundai e tem algumas funções para ajudar as pessoas internadas, como cinto para estabilizar a respiração e aliviar a ansiedadee sensor de batimentos cardíacos

Resumo da Notícia

  • Carro elétrico infantil pretende ajudar e distrair crianças em hospitais
  • O veículo foi feito pela Hyundai
  • Veja como ele funciona

Novidade na área! Pensando nas diversas crianças que precisam ser hospitalizadas devido a diferentes problemas de saúde, a Hyundai decidiu criar um carro infantil, a fim de ajudar a mobilidade das crianças em hospitais. O novo produto recebeu o nome de “Little Big e-Motion Project” e consiste em um mini-carro elétrico.

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Conheça mais sobre o projeto (Foto: reprodução Autoesporte)

Além da possível diversão que o carrinho pode trazer, o produto será utilizado durante o trajeto que os pacientes realizam da cama até as salas de tratamento, visto como uma das situações que causam maior estresse durante a rotina no hospital. No vídeo de divulgação, é possível acompanhar de uma criança no hospital, observando como o veículo pode contribuir para o desenvolvimento, distraindo e tranquilizando-a com alguns recursos instalados.

De acordo com informações do Autoesporte, da Globo, a fabricante introduziu o sistema Emotion Adaptive Vehicle Control (EAVC) no mini-carro, em colaboração com o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT). Essa forma de inteligência artificial compreende quais mecanismos deve acionar para ajudar a criança, seja reproduzindo uma música ou acionando um dispositivo que monitora a respiração.

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Para isso, o Veículo Elétrico vem equipado com alguns instrumentos essenciais: câmera, utilizada para analisar e reconhecer as emoções do condutor, cinto para estabilizar a respiração e aliviar a ansiedade, sensor de batimentos cardíacos e difusor de fragrâncias, que também contribui para tornar o trajeto mais tranquilo. A Hyundai doou um dos mini-carros para o Hospital Infantil SJD Barcelona, ​​na Espanha, apresentado durante o vídeo de divulgação. “[Essa tecnologia] pode mudar profundamente a forma como pacientes encaram o tratamento”, enfatiza Joan Sanchez de Toledo, diretor de Cardiologia Pediátrica do Hospital.