Giovanna Ewbank descobre condição após nascimento de Zyan e desabafa: “Muita dor e incômodo”

A apresentadora compartilhou nas redes sociais que procurou um médico após sentir dores na coluna e no abdômen

Resumo da Notícia

  • Giovanna Ewbank usou as redes sociais para conversar sobre um assunto importante com os seguidores
  • A apresentadora compartilhou que sofreu com uma diástase abdominal após dar à luz ao filho caçula, Zyan
  • Nos stories, ela explicou que procurou um médico após sentir dores na coluna

Giovanna Ewbank usou as redes sociais nesta quarta-feira, 2 de dezembro, para conversar sobre um assunto importante com os seguidores. A apresentadora compartilhou que sofreu com uma diástase abdominal após dar à luz ao filho caçula, Zyan, em julho. Nos stories, ela explicou que procurou um médico após sentir dores na coluna e perceber que o corpo não estava evoluindo como esperava.

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Giovanna descobriu a doença depois do nascimento de Zyan (Foto: Reprodução / Instagram / @gioewbank)

A mãe de Titi e Bless começou explicando sobre o que é a doença: “Quando a gente engravida, o músculo do nosso abdome se separa, é a famosa diástase. Fiquei com três dedos de distância entre um músculo e outro”. Ela ainda disse que não pode fazer alguns exercícios por risco de piorar o quadro. “Comecei a buscar na internet o que fazer para minimizar essa diástase. Comecei a ter muita dor na coluna de amamentar. Não pode fazer certos exercícios, não podia fazer posições na ioga”, falou.

Ela compartilhou a descoberta nas redes sociais (Foto: reprodução Instagram / @gio_ewbank)

A esposa de Bruno Gagliasso contou para os fãs da família que está passando por um tratamento para melhorar tanto a saúde como a estética. “Tem que ter cuidado quando se tem diástase. Encontrei uma doutora Aline, que está ajudando a voltar ao meu corpo normal, a reorganizar o meu corpo. O tratamento que ela faz está me ajudando muito com as dores na coluna também porque fortalece o músculo do abdome. Já senti muita diferença na diástase. A gente vê diferença fisicamente também, mas não foi por isso que eu procurei a Dra Aline. Foi para reorgarnizar meu corpo. Quem amamenta sabe quanta dor a gente tem na coluna, costas, lomba… Amamentar é punk!”, continuou ela

Zyan nasceu em julho (Foto: Reprodução / Instagram / @gioewbank)

Giovanna encerrou a conversa dizendo que está aproveitando o momento para se adaptar ao pós-parto, tanto na alimentação e atividade física, como na rotina geral. “Estava sentindo muita necessidade de me reorganizar na mente e corpo. Comecei a fazer ioga, que estou amando e é um momento só meu, de cuidar de mim, porque estou sempre cuidando dos pequenos. Também nunca tive uma alimentação tão saudável e boa porque tudo que eu estou ingerindo vai para o meu baby. Estou em um momento que estou cuidando muito de mim. É difícil a gente conseguir se reorganizar pós-parto, mas é possível. Estou começando a conseguir”, finalizou.

Veja a declaração da apresentadora:

Entenda a diástase abdominal

Durante a gravidez, o corpo passa por diversas transformações, podendo resultar na diástase abdominal, que é o afastamento dos músculos. Mais comum no pós-parto, o problema traz diversos riscos à saúde, além de causar complicações na autoestima da mulher por conta da aparência de abdome estufado.

O problema acontece um aumento da pressão intra-abdominal, afastando os músculos. No caso das grávidas, com o crescimento do útero, pode estirar os músculos abdominais e, devido à frouxidão da linha alba e dos retos abdominais separados, um espaço de até 10 cm pode surgir entre os dois ventres do músculo reto ao final da gestação. “A diástase é a principal causa de flacidez abdominal e dores lombares pós-parto e deve ser prevenida e/ou tratada para que não cause danos maiores à saúde”, orienta Bianca Vilela, mestre em fisiologia, palestrante e fundadora da Bianca Vilela Saúde e Performance, e filha de Regina e Ildemar.

O problema costuma causar fraqueza na região (Foto: Getty Images)

Além da barriga estufada, o principal sintoma é uma saliência na linha alba acima ou abaixo do umbigo. Geralmente, pode ser notado ao contrair ou flexionar o tronco. Além disso, dores na região lombar também pode ser um alerta para o problema.”Além da insatisfação estética de abdome estufado e barriga com aparência de ainda ‘gestante’ que é sem dúvida a queixa principal das mulheres. Estudos revelam que quatro em cada dez mulheres relatam persistência de LBPP (dor lombar pélvica) meio ano após o parto”, reforça.