Gravidez

Mãe tira a filha de dentro da própria barriga em cesárea e registra tudo em fotos

Assistida por médico, Carley foi o primeiro contato que a bebê teve ao nascer

Redação Pais&Filhos

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Carley pode participar diretamente do parto de sua filha (Foto: Reprodução/ The Sun

Carley pode participar diretamente do parto de sua filha (Foto: Reprodução/ The Sun

Carley Valikoula já tinha dois filho, Thomas, 8, e Jacob, 5, e por questões médicas, ambos foram concedidos por cesária, mesmo que ela quisesse parto normal. “Eu não gosto de pensar que meu bebê nasceu, eu só dou uma olhadinha e preciso entregar a todos os médicos até que, eventualmente, eu, a mãe, consegua segurá-lo. Eu queria ser capaz de puxá-los para o meu peito imediatamente.” Por conta disso, a enfermeira decidiu que o parto de sua filha mais nova seria diferente, já que também teria que ser uma cesária de emergência.

Ela optou pelo que chamamos de cesárea assistida pela mãe, procedimento que permite a intervenção da mãe de alguma forma, como puxando o bebê para fora do útero ela mesma. Carley faz uma pesquisa e planejou ter a terceira filha, Leilani, em um hospital em Perth, na Austrália, mas descobriu que fotos não eram permitidas, então optou por uma obstetra particular. “Quero que outras mulheres entendam seus direitos de nascimento e se sintam habilitadas a pedir exatamente o que querem”, disse ela.

O pai de Leilani ficou ao lado da esposa o tempo todo (Foto: Reprodução/ The Sun)

O pai de Leilani ficou ao lado da esposa o tempo todo (Foto: Reprodução/ The Sun)

Leilani nasceu em março de 2017, com 39 semanas de gestação. John, marido de Carley, supervisor de uma empresa de engenharia, estava ao lado dela o tempo todo. Quando fizeram a primeira incisão, os médicos colocaram uma tela e cinco minutos depois, eles baixaram para permitir que a enfermeira realizasse o parto.

“Eu tomei uma epidural, então eu não sentia nenhuma dor, só a pressão e uma sensação de puxão. Eu estava com luvas cirúrgicas, os médicos guiaram minhas mãos, depois coloquei-as sob os braços de Leilani e levantei-as acima da minha cabeça. Foi incrível puxá-la para fora de mim. Eu estava sorrindo e John estava chorando. Foi incrivelmente emocionante”

Assim que Leilani veio ao mundo, a mãe tentou abraça-la, mas tinha um cobertor em seu peito. Alguém notou e tirou a manta para que elas tivessem contato pele com pele. Os médicos ainda adiaram o corte do cordão umbilical colocando a placenta dela em um