Sempre alerta! Bebê morre após se afogar na piscina de casa e tia conta como foi

Helena tinha um ano e quatro meses e estava com a mãe em casa

A mãe achou que tudo estava fechado (Foto: iStock)

A gente sabe que quando o assunto é água e criança, tudo cuidado é pouco. Mas infelizmente alguns acidentes acabam acontecendo e os casos acabam nos deixando um alerta. Como no caso de  Helena Martins Batista, de um ano e quatro meses, que acabou falecendo depois de se afogar na piscina de casa.

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Tudo isso aconteceu no último sábado, dia 21 de setembro, e a família ainda está se recuperando desse susto. Afinal a bebê estava sozinha com a mãe quando tudo aconteceu. Jéssica Caroline Silva, tia da menina, disse que tudo foi uma fatalidade.

“Foi uma fatalidade realmente. Ela imaginou que estaria tudo fechado, a parte que dá acesso à área externa, mas ela acabou passando pelos fundos da casa. Quando percebeu, já estava afogada na piscina. A mãe dela tirou ela, tentou reanimar, chamou o Samu e levou para o hospital, mas ela morreu”, contou ao G1.

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Helena tinha apenas um ano e quatro meses (Foto: reprodução/G1)

A tia ainda completou dizendo que a piscina até tinha uma lona cobrindo a área, mas o tecido não estava preso e também como os pais da menina estão. “Eles estão dilacerados, sem chão, sem saber o que fazer como qualquer pai nessas circunstâncias. Foi muita comoção. Ela era muito querida, uma criança muito amada e com muitos amigos.”

O triste acidente aconteceu em Rio Verde, Goiás, e Helena foi enterrada no domingo, 22. Como o Samu foi acionado, a Secretaria de Saúde de Rio Verde emitiu uma nota ao G1, explicou o acontecido e lamentou a morte da bebê.

“A Secretaria Municipal de Saúde informa, com pesar, que a criança de um ano e quatro meses chegou ao pronto-socorro de pediatria do Hospital Municipal Universitário já com histórico de 30 minutos de parada cardiorrespiratória, levada por uma equipe do SAMU, que fez o resgate e já faziam a reanimação cardiopulmonar. A equipe médica do HMU deu continuidade na reanimação cardiopulmonar, realizando intubação orotraqueal e todo protocolo de RCP, mas infelizmente em 49 minutos de reanimação cardiopulmonar a criança não apresentou os sinais de retorno da circulação espontânea, sendo constatado o óbito da criança. O corpo foi encaminhado ao IML para as perícias legais. A equipe do HMU e do SAMU expressa seus sentimentos à família”.

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