Criança

Após separação, Bradley Cooper e Irina Shayk discutem sobre guarda da filha de dois anos

Casal divergiu sobre a cidade em que Lea irá morar

Ingrid Campiteli

Ingrid Campiteli ,filha de Sandra e Paulo

Bradley e Irina foram casados durante 4 anos. (Foto: Reprodução / GettyImages)

Bradley Cooper se separou recentemente de Irina Shayk depois de quatro anos juntos e agora está tentando entrar em um acordo de com quem a filha Lea, de dois anos, irá ficar. De acordo com o Mirror Online, Bradley quer que a filha fique com ele em Los Angeles, e Irina em Nova York, onde pretende se mudar.

Uma fonte próxima ao casal informou. “Irina nunca se sentiu em casa em Los Angeles, particularmente em sua casa em Pacific Palisades, porque a mãe de Brad morava lá com eles e isso causava tensão”, explicou. A fonte ainda revelou que o foco dos pais é na herdeira e em suas carreiras. “O bem-estar de Lea é prioridade nas discussões e eles estão tentando manter as coisas civis pela sua filha”, afirmou a fonte.

Com o futuro ainda incerto, o bem estar da filha é prioridade para o ex-casal, que apesar de ter entrado em uma briga judicial pela gurda da menina, tenta resolver de forma civilizada, já que o término não foi muito amigável.

O motivo da separação não está claro, mas houveram muitas teorias sobre a relação de Bradley com Lady Gaga, rumores de que Irina o acusou de ter um caso com a cantora durante a gravação de “Nasce Uma Estrela”. Os dois negaram a possibilidade de ser algo além de amizade.

Uma fonte contou ao Radar Online sobre essa suposta relação. “O relacionamento de Bradley com Irina começou a desmoronar quando ele começou a filmar com Gaga e ela o acusou inúmeras vezes de traí-la com sua colega de elenco. Desde então, Irina não conseguia confiar em Bradley”, revelou a fonte. De toda forma, vamos ver como esse caso se desenrolará.

 

Entenda a diferença entre guarda compartilhada e alternada

Na guarda alternada, o filho possui duas residências, permanecendo uma semana com cada um dos pais. “Neste tipo de guarda, no período em que o filho fica com a mãe, ela é a única responsável por ele. Quando está com o pai, acontece o mesmo”, explica Regina Beatriz da Silva, doutora em Direito Civil pela Universidade de São Paulo, mãe de Luís Eduardo.

A especialista defende que a guarda alternada não é a melhor das opções, pois não priorizaria os interesses da criança. Segundo ela, as vivências independentes e o fato de os pais não conversarem tanto sobre a educação e criação dos filhos gerariam rotinas e referências diferentes para as crianças.

Já na guarda compartilhada, a criança passa períodos de tempo com a mãe e depois com o pai. “Na guarda compartilhada, a criança possui apenas uma residência fixa, embora as decisões sobre sua educação sejam tomadas em conjunto”, diz a advogada Ana Paula Gimenez, doutoranda pela Universidade Buenos Aires, mãe de Sophia e Letizia.

Em dezembro de 2014, a guarda compartilhada passou a ser a primeira opção e só deve ser descartada se um dos pais não está apto a se responsabilizar pelo filho. “Essa mudança da lei foi um avanço importante para a família, pois mesmo que os pais tenham dificuldades de relacionamento, terão que se empenhar para cuidar do filho juntos”, comenta a advogada Regina.

 

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