Twitter lança ferramenta de combate e prevenção à violência contra a mulher: veja como usar

O recurso já existia em outros países e foi disponibilizado no Brasil pensando nas vítimas que estão precisando ficar em casa com os agressores durante o isolamento social

Resumo da Notícia

  • Twitter lança ferramenta de combate e prevenção à violência contra a mulher
  • O recurso já existia em outros países
  • Ele chegou no Brasil no intuito de ajudar as vítimas durante a pandemia
  • Veja como utilizá-lo

A pandemia de coronavírus vem agravando uma série de problemas no Brasil, entre eles, a questão da violência contra a mulher. Pensando nessas vítimas que estão vivenciando essa realidade sem poder sair de casa, o Twitter lançou uma ferramenta de combate e prevenção à violência contra a mulher.

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Twitter lança plataforma para ajudar no combate e prevenção da violência contra a mulher (Foto: divulgação)

A rede social disponibilizou o recurso #ExisteAjuda no Brasil. O recurso já existe desde setembro de 2018 para apoiar pessoas em situação de risco de cometer suicídio e automutilação. Ele consiste em uma notificação na área de busca da plataforma com links úteis. No caso da violência contra a mulher, o aviso trará um link para o disque-denúncia (180) – um serviço do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MDH) – e outro para uma página do MDH com mais informações sobre o tema. No Brasil, a ferramenta é um projeto da área de Políticas Públicas do Twitter em parceria com Twitter Women, grupo de funcionárias da empresa e conta com a colaboração do MDH.

A ferramenta é bem simples de ser utilizada. Sempre que alguém escrever, no campo de busca do Twitter, palavras e termos relacionados de alguma forma à violência de gênero, o primeiro resultado a ser visualizado é uma notificação indicando que a pessoa pode procurar ajuda. Basta clicar no link do disque-denúncia para ligar para o 180 ou no link para a página do MDH para obter mais informações a respeito do assunto. O recurso pode ser utilizado não apenas pelas vítimas, mas também por testemunhas e outras pessoas que tomem conhecimento ou presenciem casos de violência contra a mulher.

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